Um cronista apaixonado pelo Rio

A coluna semanal no Correio da Manhã é o espaço para relembrar fatos e personagens que fazem parte da cultura da vida carioca. Atento a tudo que acontece na cidade e no país, Ricardo não usa de meias-palavras para elogiar ou criticar o que se passa, ele “ usa o Rio não apenas como sua cidade, seu bairro, sua casa. Usa-o também como sua roupa, sua pele. Por isso cuida dele com um capricho de quem cuida de si mesmo”, como bem observa Ruy Castro.

Vale a pena reler seus textos para descobrir novos modos de olhar para o povo, a cultura e a paisagem do Rio de Janeiro.

CENSO 2022: UMA NECESSIDADE EMERGENCIAL

Há certas notícias que provocam reações contraditórias a um só tempo. E que também apontam leviandade de certos setores do judiciário ao ignorarem realidades urgentes, algumas já até emergenciais.

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DEVASTAÇÃO NA MATA ATLÂNTICA

A preservação dos bens naturais do Brasil sempre foi um assunto que me interessou desde os bancos escolares do Colégio Pedro II, Internato. Ao longo de décadas, acompanho também o aumento substancial dessa preocupação por parte dos muitos amigos brasilianistas feitos em Washington quando trabalhei no BID ao lado de Evaldo Correia Lima (pai do nosso imortal Antônio Cícero). Pois bem, como os leitores se recordam, esse assunto foi várias vezes focalizado pelos meus antigos colegas internacionais, entre os quais economistas, filósofos e defensores da integridade das florestas daqui, simplesmente porque amam o Brasil.

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100 ANOS DE BIBI FERREIRA

Uma necessidade a que o Brasil aspirava por décadas realizou-se em minutos. A “necessidade” era a biografia substancial da lenda Bibi Ferreira, a mais completa atriz deste país ao longo dos seus mais de 90 anos de vida. O “realizar-se em minutos”, a autora já deixou claro, mas eu faço questão de sublinhar mais uma vez. Porque Carlos Alberto Serpa, ao nos receber em seu gabinete da Cesgranrio, e ao ouvir o que nos trazia ali, o apoio solicitado por Jalusa Barcellos para finalmente produzir-se uma biografia de Bibi Ferreira, foi cortante – “Para Bibi, feita por você, amiga íntima dela, além de autora da biografia do Procópio? Além de vir aqui trazida por este meu velho amigo? Fechado! Mãos a obra, porque a mais completa expressão das artes neste país de memória tão escassa quanto injusta merece a melhor biografia dentre todas já feitas até aqui”.

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VOLTAM AS MÁSCARAS. TODA CAUTELA SERÁ POUCA

Desde que as autoridades públicas menos atentas à disseminação do Coronavírus começaram a perceber que a Ômicron estava arrefecendo, a pouca cautela habitual se fez presente num abrir e fechar de olhos. Em especial por agora, na abertura do período eleitoral, em que os autoritários de sempre pensam que liberar os cidadãos de itens incômodos como proibição de agrupamentos, e, sobretudo as máscaras, serão excelente moeda para aquinhoar simpatias, ou seja, votos. Ledo engano, até porque essa liberalidade precipitada custou graves prejuízos eleitorais nas últimas eleições à figuras como Crivella e mesmo Bolsonaro.

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O RACISMO NO BRASIL

“A luta contra o racismo deverá ser tão persistente quanto à luta pela democracia” – Abdias do Nascimento

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